
Assim como fizemos no 1º turno das eleições de 2026, a Mangue Jornalismo publiciza em forma de editorial-manifesto sua posição para o 2º turno. Esta decisão se alinha à Rede Nacional de Proteção de Jornalistas e Comunicadores, da qual a Mangue é membro.
Diferentemente da imprensa tradicional, muitas vezes cúmplice de projetos autoritários, mas que tenta se esconder na falsa retórica da isenção, a Mangue tem lado nítido e transparente, pautado no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros.
“É dever do jornalista: opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos; combater e denunciar todas as formas de corrupção”, artigo 6º do Código de Ética.
Neste momento da vida política brasileira não é força de expressão afirmar que os mínimos direitos conquistados desde a redemocratização estão sob grave risco.
Não é força de expressão dizer que o país pode se tornar espaço de influência e ação direta dos Estados Unidos de Donald Trump e da extrema-direita internacional.
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