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maio 13, 2026

Com receita de R$ 53 mi, Ipesaúde tem longas filas e não oferece algumas especialidades médicas

Com grande número de idosos entre os usuários, não há geriatras cadastrados (Crédito Ipesaúde)


Nos três primeiros meses de 2026 as receitas do Ipesaúde, dentro de cada mês, superaram os R$ 53 milhões. Ainda assim, faltam especialidades médicas no atendimento, a espera para consultas e exames de rotina são longas e falta transparência.

Com um grande número de idosos entre seus usuários, não há geriatras cadastrados que atendem pelo Ipesaúde. Também não há disponibilidade de neuropediatria e o convênio com podologistas, profissionais especializados em pés de pessoas com diabetes, foi suspenso. Os usuários portadores de doenças crônicas são os que mais sofrem. Outro grave problema é a falta de representatividade no Conselho Fiscal do Ipesaúde. Atualmente nove conselheiros compõem este colegiado, mas nenhum deles representa qualquer categoria de servidores.

Em nota, o Ipesaúde disse realizar investimentos para ampliar os serviços e informou que, em 2025, “realizou mais de 428 mil consultas, 3,1 milhões de exames, 101.956 cirurgias, além de terapias, procedimentos multidisciplinares e ações preventivas e educacionais”. Sobre o não atendimento de especialistas, o instituto afirmou que mantém editais permanentes de credenciamento, mas admitiu a carência de profissionais.

Confira a reportagem completa no site da Mangue Jornalismo.

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