
Imagem: Ascom Sindimed
Ontem, 28, Dia do Servidor Público, a Frente Ampla Contra as Organizações Sociais realizou mais um ato denunciando o avanço de ações nas prefeituras e no governo que privatizam serviços essenciais como saúde, educação e assistência social. A frente alerta que a terceirização, através de contratos milionários com Organizações Sociais (OSs), nega direitos básicos à população, precarizar o trabalho e pode facilitar o acesso do crime organizado no Estado.
“O que o governo e a prefeitura estão fazendo, começando pela saúde, é entregando a gestão dos postos de saúde e dos hospitais para empresas investigadas pela Polícia Federal por corrupção, desvio de dinheiro público, dinheiro da saúde do povo”, denunciou Roberto Silva, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE).
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