
A FENAMP e a ANSEMP realizam, ao longo do mês de agosto, uma campanha em defesa do concurso público, da nomeação de aprovados e do fortalecimento das carreiras efetivas nos Ministérios Públicos.
A iniciativa também chama atenção para um fenômeno que vem ganhando espaço no debate público: a utilização crescente de cargos comissionados, terceirizados, residentes, estagiários, temporários, cedidos, requisitados e outras formas de vínculo para suprir necessidades de trabalho das instituições.
A discussão não é sobre os trabalhadores que ocupam essas posições. Cada modalidade tem finalidade legítima dentro da Administração Pública. O problema surge quando vínculos criados para funções específicas, temporárias, formativas ou de assessoramento passam a atender necessidades permanentes e a substituir, na prática, postos que deveriam integrar carreiras públicas.
O tema já chegou à imprensa nacional, ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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